Home Data de criação : 07/04/29 Última atualização : 08/12/04 17:07 / 415 Artigos publicados
 

Porto Fotos

Caravelas Portuguesas  (Porto Fotos) escrito em sexta 14 março 2008 18:06


A caravela foi uma embarcação usada e inventada pelos portugueses e também usada pelos espanhóis durante a Era dos Descobrimentos, nos séculos XV e XVI. Segundo alguns historiadores, o vocábulo é de origem árabe carib (embarcação de porte médio e de velas triangulares — velame latino). De acordo com outros, no entanto, a palavra seria derivada de carvalho, a madeira usada para construir as embarcações.

Caravela:É um navio rápido, de fácil manobra, apto para a bolina, de proporções modestas e que, em caso de necessidade, podia ser movido a remos. Eram navios de pequeno porte, de três mastros, um único convés e ponte sobrelevada na popa; deslocavam 50 toneladas. As velas «latinas» (triangulares) eram duas vezes maiores que as das naus, o que lhes permitia ziguezaguear contra o vento e, consequentemente, explorar zonas cujo regime dos ventos era desconhecido. Apetrechada com artilharia, a caravela transformou-se mais tarde em navio mercante para o transporte de homens e mercadorias.

Gil Eanes utilizou um barco de vela redonda, mas seria numa caravela (tipo carraca) que Bartolomeu Dias dobraria o Cabo da Boa Esperança, em 1488. É de salientar que a caravela é uma invenção portuguesa, em conjunto com os conhecimentos que haviam adquirido dos árabes.

Se bem que a caravela latina se revelou muito eficiente quando utilizada em mares de ventos inconstantes, como o Mediterrâneo, devido às suas velas triangulares, com as viagens às Índias, com ventos mais calmos, tal não era uma vantagem, já que se mostrava mais lenta que na variação de velas redondas. A necessidade de maior tripulação, armamentos, espaço para mercadorias fê-la ser substituída por navios mais potentes.


ESTE ARTIGO É DEDICADO AO MEU AMIGO MARC

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Os Azulejos no Porto  (Porto Fotos) escrito em quarta 12 dezembro 2007 11:38

 As frias e cinzentas paredes das casas, igrejas e palácios da cidade do Porto ganham vida quando revestidas de pequenos azulejos. Colorindo fachadas ou formando majestosos painéis , o azulejo tornou-se uma característica profunda da cultura Portuense.

Foi no século XIX que a aplicação deste tipo de revestimento ornamental teve o seu apogeu, contribuindo para isso a influencia dos emigrantes brasileiros que ao regressarem a Portugal construíam as suas casas revestindo-as com este material.  Nessa altura a
que até então se fazia exclusivamente no sul do país, deu os seus  primeiros frutos nas cidades do Porto e de Gaia passando então por um período de grande prosperidade (os padrões de desenho em relevo caracterizam a região do norte). A maior parte da produção destinava-se à exportação para o Brasil onde a aplicação do azulejo no revestimento das fachadas dos prédios era já prática corrente
por constituir uma boa protecção para a humidade e pela sua resistência e características térmicas. No entanto podemos encontrar vestígios do uso deste material muito antes desta  altura, por exemplo, a azulejaria da Igreja da Misericórdia assente por Domingos Rocha data do ano de 1629-30 são, contudo, raros os revestimento interiores anteriores ao século XIX. Ao longo dos tempos os ceramistas foram acompanhando as diferente correntes artísticas expressando nos azulejos um pouco da história da arte, as técnicas usadas foram também mudando e evoluindo a estampilha e/ou pintura manual deram lugar à estampagem mecânica. A harmoniosa partilha da cidade entre granito e o azulejo fez com que o aspecto desta sofresse grandes alterações criando a imagem que hoje temos do Porto.
"Esta nossa cidade - seja dito para
aquelas pessoas que porventura a
conhecem menos - divide-se em
três regiões, distintas por
fisionomias particulares. A região
oriental, a central e a ocidental. O
bairro central é o portuense
propriamente dito; o oriental, o
brasileiro; o ocidental, o inglês. (...).
O bairro oriental é principalmente
Brasileiro, por mais procurado pelos
Capitalistas que recolhem da
América. Predominam nestes
enormes moles graníticas, a que
chamam palacetes; o portal largo,
as paredes de azulejo azul, verde
ou amarelo, liso ou de relevo; o
telhado de beiral azul; as varandas
azuis e douradas; (...)."

 


 
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Maior Árvore de Natal da Europa no Porto  (Porto Fotos) escrito em domingo 18 novembro 2007 11:03

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Milhares de pessoas assistiram esta noite à inauguração da árvore de Natal do Porto, "a maior da Europa", em plena Avenida dos Aliados, num cerimónia que misturou muito fogo-de-artifício e música.

 

 

A árvore, sob a forma de um cone brilhante com 76 metros de altura, encimado por uma estrela azul, conta com 2,4 milhões de microlâmpadas multicoloridas.

Rui Rio, presidente da câmara municipal do Porto, e Filipe Pinhal, presidente do Millenium BCP, que ofereceu a árvore à cidade, accionaram, em conjunto, um dispositivo montado à porta dos paços do concelho e, finalmente a multidão, que já dava mostras de algumas impaciência, pôde então admirar a árvore iluminada.

"Espectacular", "o máximo", "é linda", afirmaram algumas das pessoas presentes no local acerca desta árvore.

Rio declarou-se "convencido" de que a árvore e as outras atracções distribuídas pela cidade, para animar a época natalícia, vão trazer mais pessoas à Baixa.

"Neste Natal, vamos bater o recorde de pessoas que vêm aqui", sublinhou.

Além da árvore, cuja altura não ultrapassa a da Torre dos Clérigos, a Câmara montou uma roda gigante no Jardim da Cordoaria, um pista de gelo na Praça de D. João I e insufláveis da Praça dos Poveiros.

O acesso a estes equipamentos é grátis.

A árvore ficará nos Aliados até 6 de Janeiro de 2008.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

VER VIDEO EM: IOL VIDEOS

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A Cidade a Preto e Branco  (Porto Fotos) escrito em sábado 13 outubro 2007 12:26

IMAGENS EM SLIDE DE PAISAGENS URBANAS DA CIDADE DO PORTO

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Barco Rabelo  (Porto Fotos) escrito em domingo 30 setembro 2007 10:58


(Madre Deus - A Barca da Fantasia)

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Barco Rabelo

 

Sendo um barco de rio de montanha, o rabelo não tem quilha e é de fundo chato, com um comprimento entre os 19 e 23 metros. A sua construção, de tábuas sobrepostas, tábua trincada, é nórdica, em comparação com a do Mediterrâneo.

Com uma vela quadrada, o rabelo era manejado normalmente por 6 ou 7 homens. Quanto aos mastros, os primeiros só usavam um, enquanto que os segundos usavam também um mastro à proa.

Utiliza um remo longo.

O barco rabelo passou a ter a sua identidade bem definida, a partir de 1792, quando a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto-Douro, publicou os alvarás e mais documentos que se relacionavam com a notável instituição pombalina. Nessa publicação, conhecida vulgarmente por Leis da Companhia, encontram-se preciosos informes, referentes tanto ao barco como aos seus tripulantes, como ainda ao tráfego a que se destinavam.

O Barco Rabelo, destinava-se ao transporte de pipas de vinho através do Douro até às caves em Vila Nova de Gaia.

Actualmente, com uma actividade diferente, os rabelos são utilizados em regatas, passeios no rio Douro (Douro Azul) e outras iniciativas para recordar os seus tempos de glória.

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